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Consórcios ganham evidência entre as classes mais altas

Consórcios ganham evidência entre as classes mais altas

24/05/2016

Consórcios ganham evidência entre as classes mais altas – Considerado durante muito tempo como meio de aquisição de bens bastante utilizado pelas classes C e D, o segmento de consórcios vivenciou em 2015 uma mudança no perfil do seu consumidor. Uma das razões está no momento que a economia brasileira vive e que tem feito a população optar por investimentos mais seguros e planejados. E essa tendência também atingiu as classes mais altas. De acordo com a pesquisa da Quorum Brasil, encomendada pela Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio (Abac), a participação das classes A e B no segmento de consórcio passou de 3% e 23%, respectivamente, para 7% e 26%. “Vale ressaltar que, de acordo com dados do IBGE, a classe B brasileira detém 49% do poder de consumo no país”, destacou Robson Subtil de Amorim, diretor do Consórcio Viwa e diretor da Regional II Sudeste da Abac.

Entre os principais impulsionadores desse crescimento está o setor imobiliário que, no ano passado, registrou expressiva alta de juros, além de novas imposições para o financiamento do bem. “A alta da taxa Selic fez com que o brasileiro passasse a buscar por investimentos onde os juros não fossem tão elevados, como o consórcio, onde o juro é zero”, acrescentou Robson. E a comprovação dessa percepção do consórcio como fonte segura para investimentos veio no balanço anual do segmento. Dados da Abac mostraram um crescimento de 13,9% no ano quanto a crédito comercializado, movimentando R$ 89,61 bilhões na economia. Entre os destaques está a venda de cotas de imóveis, que cresceu em 41,7%, se comparado com 2014. Para Robson Subtil de Amorim, 2016 deve manter o bom momento dos consórcios, assim como foi registrado no primeiro trimestre do ano. “Tivemos mais de 500 mil novas cotas vendidas entre os meses de janeiro e março, o que movimentou quase 17 bilhões de reais na economia. Esses números comprovam a grandeza do segmento”, conclui o executivo.

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